I
Planeta: Desconhecido
Ano: Desconhecido
Cidade: Desconhecida
- Vamos! Temos que ir! Isto vai explodir a qualquer momento! – Dizia Helena com uma criança de poucas semanas ao seu colo.
Helena era uma mulher linda.
Cabelos pretos, faces rosadas, lábios carnudos que transmitia serenidade, simpatia e felicidade. Mas naquele momento a ela estava assustada porque o chão em que estava de pé agora estremecia e toda a paisagem a volta da sua casa havia desaparecido dando lugar agora por lavas espessas que queimava, outrora, um lindo vale.
A cidade estava em ruínas, milhares de anos para erguer aquele que era considerada a maior das cidades do universo estava desfeita como um vidro partido em pequenos pedacinhos.
O porquê de isto acontecer foi o resultado de uma experiência falhada no sob solo, cientistas estavam a obter amostras do centro da terra e parece que subestimaram a mãe natureza, um dos principais deuses do templo sagrado daquela terra, e o resultado foi uma série de acontecimentos naturais no solo exterior levando em poucas horas a sua destruição total.
As pessoas estavam em pânico tentando cada um salvar se por si entrando em naves que encontravam.
Esta era a razão pelo qual Helena estava em pânico porque ainda estava em casa e o marido, João, estava meditando, sentado e de pernas cruzadas de olhos fechados.
- Ele é o escolhido! Tem a marca! Temos que salva-lo por favor.
- Tem calma mulher, o resto dos três escolhidos estão a chegar. Do que vale salvar o nosso filho, se um deles morrer? Ele fica sem destino e nada tem a fazer neste universo miserável.
Entretanto ouve-se na porta de entrada um som a ranger, João levanta-se rapidamente e vai abrir num ápice a porta de entrada, nisto entra uma pessoa fora do normal.Com dois metros e
Helena reparou que na mão monstruosa daquele enorme sujeito havia algo embrulhado por um tecido liso bordado a ouro, um bebé.
- Sou Arkani, chefe da legião gigante da parte norte da cidade. Espero que a sua chamada na seja em vão. – Disse com uma voz rouca
- O seu filho tem a marca? - Perguntou João.
-Tem. A marca da terra.
(continua)